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[07.03.08] |
remember the best, forgive and forget the rest.
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[12.02.08] |
"trata-se de uma decepção diferente: não penso obsessivamente, não tenho vontade nenhuma de ligar nem de escrever cartas, não tenho ódio nem vontade de chorar. em compensação também não tenho vontade de mais nada. uma grande, uma enorme, uma devastadora falta de saco pra qualquer pessoa. até rolaram umas possíveis galinhagens, mas não tô mais aqui pra isso, depois, ai haja forças para fazer caras e bocas, dizer coisas, arquitetar encontros, telefonemas."
caio f.
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[15.04.07] |
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"Após esse dia, nunca mais a vi, até que nos reencontramos - sendo impressionante que "nunca mais" possa ser usado desse jeito, "nunca mais até que...". Mais impressionante do que isso só mesmo ver uma pessoa numa festa, achá-la patética, e tempos depois a estarmos amando, para tempos depois não estarmos mais. Essa incoerência do amor quando revisto. Penso muito nisso, mais do que necessário. Em como é "desconcertante rever um grande amor". Você olha pra ele e não sabe onde foi parar aquilo tudo que deveria estar eternamente ali."
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